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Ermida de S.
Sebastião
Construção do século
XIV, com posteriores reconstruções.
Tradicionalmente referenciada como a
mais antiga da Cidade, foi desde a sua
edificação propriedade do Concelho,
tendo a sua manutenção sido sempre da
responsabilidade do Município. Foi sede
de paróquia até à construção da actual
Igreja Matriz, e ao longo da sua
existência sofreu profundas remodelações
arquitectónicas.
Provavelmente,
durante o século XVI, sofreu obras de
remodelação, cujo único vestígio que
chegou aos nossos dias é o arco
triunfal, formado por colunas torsas
ornamentadas com florões e cordames.
Edifício desde sempre
marcado por uma forte austeridade
conforme se pode constatar pelas
descrições existentes, foi no século
XVII intervencionado tendo adquirido a
estrutura sóbria e despojada que
caracteriza a arquitectura maneirista
chã. Em termos exteriores a fachada é
rematada por empena angular em cornija,
encimada por um óculo quadrilobado,
exibindo ao centro um portal de moldura
recta, flanqueado por duas pequenas
janelas gradeadas.
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Igreja do Divino Espírito Santo
Matriz de Montijo
Construção do início
do século X V, com posteriores
reconstruções.
Entre 1528 e 1534
sofreu obras de remodelação, sendo dessa
altura a construção da abóbada da
capela-mor em alvenaria de
características manuelinas, cujas chaves
de pedraria ostentam ao centro, um vaso
florido e nos bocetes secundários
motivos vegetalistas.
No século XVII foi
profundamente remodelada, sendo desta
altura a edificação da segunda torre, a
abertura das portas laterais, a
construção do guarda vento bem como da
arcaria interna que a divide em três
naves de abóbada de berço separadas por
arcos de volta perfeita e quatro colunas
toscanas. Nova campanha de obras, desta
vez no século XVIII, revestiu-a de um
belo conjunto azulejar que se desdobra
em duas grandes temáticas iconográficas
– a vida da Virgem, a intervenção do
Espírito Santo e as prefigurações
eucarísticas. O portal principal
apresenta-se com uma estrutura
quadrangular ladeado por duas colunas
coríntias sendo sobrepujado por um
frontão triangular com três pináculos
piramidais sem qualquer decoração,
anuncia um janelão gradeado que ilumina
o coro. O portal lateral sul
diferencia-se do principal por
apresentar uma decoração jónica nas
impostas do arco e nas colunas que o
ladeiam. Todo o conjunto é rematado por
um frontão decorado axialmente por
relevos: a pomba do Espírito Santo
envolta num medalhão circular ladeada
por dois querubins, símbolos da
perfeição espiritual.
Imóvel de
Interesse Público – 30/11/1993
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Igreja do Senhor
Jesus da Misericórdia
Construção do século
XVI, com posteriores reconstruções De
estrutura chã muito simples e obedecendo
a um plano construtivo bastante modesto,
a sua edificação foi autorizada por
carta régia de D. Sebastião, em 1571.
A igreja apresenta
uma fachada com telhado de duas águas
onde se destaca o portal principal de
gosto maneirista rematado por um frontão
triangular, sobre o qual se abre o
janelão gradeado do coro.
Coroando todo este
conjunto encontra-se um pequeno registo
de azulejos polícromos de padronagem
tipicamente seiscentista representando
uma cena religiosa figurando a
Eucaristia (uma custódia sustentada por
anjos entre nuvens). Interiormente o
edifício é de uma só nave com abóbada
rebaixada onde se destaca o púlpito em
pedra da Arrábida de linhas maneiristas,
a capela-mor tem a particularidade de
ser mais baixa e estreita do que o
restante corpo da igreja e possui o
tecto em abóbada de berço.
No século XVII foi o
interior da mesma revestido até 2/3 de
altura com azulejos de padronagem tipo
tapete de grande impacto decorativo em
tons de azul e amarelo completado com
barra de guarnição e bordos de cadeia
que percorrem toda a nave. Durante as
obras de restauro ocorridas no último
quartel do século XX foi descoberto no
interior do nicho da tribuna do
altar-mor um dos antigos painéis do
retábulo maneirista figurando a
Visitação da autoria de Tomás Luís.
No pavimento da
capela-mor encontra-se ao centro do
supedâneo do altar a sepultura
quinhentista do primeiro provedor da
Santa Casa, Nuno Alvares Pereira.
Imóvel de Interesse Público – 30/11/1993
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Casa e Ermida de Santo António Quinta
de Páteo D’ Água
Conjunto edificado no século XVI, com
posteriores reconstruções. Da construção
original da casa, hoje em dia, poucos
vestígios existem, uma vez que ela se
enquadra presentemente no chamado estilo
da casa portuguesa, resultante do
projecto reconstrutivo da autoria do
arquitecto Pardal Monteiro datado de
1919, mas só levada à prática na década
de quarenta do século XX pelo seu último
proprietário o Comandante Santos
Fernandes. O edifício principal
apresenta-se-nos assim actualmente com
um telhado com beirais e mansardas,
janelas com rótulas e a nível decorativo
diversas aplicações de azulejos, tendo
na fachada do torreão um registo
figurando Santo António.
Em relação à ermida cujo orago é Santo
António de edificação quinhentista, foi
autorizada a sua construção em 1564 pelo
rei D. Sebastião, tendo sofrido
alterações posteriores. Do edifício
original somente chegou aos nossos dias
o pequeno nicho existente na capela-mor
revestido de azulejos verde escuro e
branco onde eram depositadas as
galhetas.
Em 1744 foi profundamente remodelada por
Francisco Novaes Casado Pimentel de
Faria e Cerveira, cuja pedra de armas se
encontra no interior sob o arco que
separa a capela-mor de nítida influência
setecentista, da nave da ermida cuja
porta principal se encontra na fachada
lateral voltada para o exterior. Com o
cataclismo de 1755 a ermida sofreu
grandes danos, pelo que foi reconstruída
em 1789 por Simão Neto Pereira Pato de
Novaes Pimentel conforme se deduz pela
inscrição contida numa lápide existente
na mesma. Com a intervenção do
arquitecto Pardal Monteiro a ermida foi
remodelada tendo sido construído
interiormente o coro, na fachada a
rosácea com vitral dedicado ao orago bem
como o campanário, e a galilé.
Imóvel de
Interesse Público – 19/02/2002
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Quinta
do Saldanha
e Ermida do Senhor Jesus dos Aflitos
Conjunto edificado no século XVI, com
posteriores reconstruções. Instituído no
século XVI por Duarte da Gama o morgadio
enquadrava-se na tipologia das
construções daquela altura dedicadas à
exploração agrícola e existentes nos
arredores de Lisboa. Originalmente a
propriedade era constituída por diversas
construções destinadas ao uso agrícola,
pela casa principal de dois pisos, um
oratório onde se dizia missa, jardins
com flores, horta, vinhas e pomar,
salinas e um moinho de maré de quatro
mós. Do conjunto destacava-se o portão
principal sobre o qual se encontravam as
armas do seu instituidor, ou seja Duarte
da Gama que hoje em dia ainda se podem
observar. A ermida, de nave única revela
uma preocupação estética que não se
encontra na casa. O seu interior é de
grande simplicidade destacando-se o arco
triunfal que separa a capela-mor do
resto da ermida. Na capela-mor
observa-se um retábulo de madeira
polícroma com frontão triangular de
características neoclássicas decorado no
vértice e no tímpano, onde se pode
observar uma belíssima imagem de Cristo
crucificado em marfim de modelo
agonizante que remonta possivelmente ao
século XVII-XVIII e é um notabilíssimo
trabalho indo-português.
Embora a sua anterior
invocação fosse Nossa Senhora das Dores
conforme se pode constatar pelo medalhão
existente sobre o portal principal, a
actual invocação reflecte a enorme
devoção popular à imagem do Salvador
Crucificado sob a denominação do Senhor
Jesus dos Aflitos.
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Edifício dos Paços do Concelho
Construção do século
XIX, com posteriores remodelações O
actual edifício dos Paços do Concelho,
construção de monumentalidade compacta,
foi edificado inicialmente para albergar
a Cadeia, o Tribunal e as instalações da
Administração do Concelho da Repartição
de Finanças do Concelho de Aldeia Galega
do Ribatejo e a primeira escola pública
comercial. Concluído em 1 de Julho de
1878, conforme se pode constatar pela
data no gradeamento da bandeira sob a
porta principal, o imóvel de dois pisos
e planta quadrangular, possuía um pátio
interior descoberto para uso dos presos
e um arco com sino no telhado nascente
usado para regulamentar as actividades
usuais num estabelecimento prisional da
época. Ao nível exterior, o edifício
ostenta na fachada principal, cinco
varandas no primeiro andar e é rematado
por um frontão triangular onde foi
colocada uma pedra de armas. Teve também
quatro remates piramidais hoje em dia
desaparecidos. Em 1964, foi adaptado
para nele serem instalados os Paços do
Concelho de Montijo, que foram
solenemente inaugurados em 1 de Julho de
1967, função que ainda hoje em dia
desempenha, sendo dessa altura o
revestimento azulejar que o edifício
possui interiormente, bem como a
composição armoriada com motivos
vegetalistas que se encontra ao cimo da
escadaria representando as armas da
então Vila de Montijo.
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Edifício da Assembleia Municipal e
Galeria Municipal
Construção do século
XVIII, com posteriores remodelações
Construído no século XVIII como
residência particular, perfeitamente
integrada na malha arquitectónica da
zona em que se integrava foi em 1780
arrendado pela Autarquia. Em 1800 foi
adquirido pela Câmara, que só conseguiu
a posse plena do imóvel em 1806 altura
em que a Autarquia procedeu a obras de
remodelação da fachada do edifício com
vista a dotá-lo de um aspecto mais
nobre, pelo que lhe foram acrescentados
um frontão triangular, as cornijas, as
pilastras, os remates piramidais
encimados por uma pinha, duas goteiras
em forma de gomil e as varandas que lhe
vieram dar um ar neo-clássico. Aqui
estiveram instalados os Paços do
Concelho até 1965 altura em que
transitaram para o actual edifício. Em
1999, algumas obras de remodelação
interiores vieram dotar o edifício de
modernas condições para poder albergar
no piso superior a sala de reuniões da
Assembleia Municipal no piso inferior a
Galeria de Arte Municipal e onde
funcionou a Junta de Freguesia.
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Casa Mora
actual Museu Municipal
Construída na segunda
metade do século XIX, para residência
particular de Domingos Tavares grande
proprietário rural natural de Aldeia
Galega foi concluída em 1875 conforme se
pode constatar pela data inserta no
gradeamento sob a entrada principal.
Para a sua construção teve o
proprietário de demolir duas casas já
existentes e também de sua pertença.
Edifício construído ao estilo francês da
época do II Império, ostenta uma fachada
revestida por painéis de cantaria e
possui também um elegante trabalho de
ferragens, nomeadamente nas varandas, e
nas grades das janelas do rés de chão.
Possui ainda ao nível do telhado um
curioso lanternim decorado com vidros
coloridos e uma platibanda extremamente
equilibrada onde existiram em tempos
quatro estatuetas hoje em dia
desaparecidas.
Relativamente ao
interior da casa são de destacar o
magnífico trabalho em estuque dos tectos
das divisões do 1º andar do imóvel bem
como as pinturas a fresco das paredes da
casa de jantar.
Adquirida na década
de 80 do século XX pela Autarquia com
vista a albergar a Biblioteca Municipal
Manuel Giraldes da Silva tornou-se, em
1993, após a saída da mesma Sede do
Museu Municipal.
O edifício é
popularmente conhecido por Casa Mora em
virtude do casamento de uma filha do seu
antigo proprietário com o Dr. Manuel
Justiniano Mora.
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Moinho de Vento do Esteval
Construído no início
do século XIX, mais precisamente em 1826
conforme se pode constatar pela data no
interior do mesmo, estava integrado numa
vasta propriedade agrícola denominada
Quinta do Moinho Velho.
Deixou de funcionar no princípio do
século XX após 75 anos de laboração,
tendo sido restaurado pela Autarquia no
ano 2000 com vista a torná-lo num espaço
museológico.
Construção robusta
constituída interiormente por três
pisos, sendo o térreo para guardar o
cereal para moer, o intermédio onde se
aloja parte do engenho, sendo utilizado
também como habitação do moleiro e o
último onde se encontra um par de mós
bem como o mecanismo necessário ao bom
funcionamento do mesmo.
Sob a porta de
entrada voltada ao nascente podemos
observar um pequeno registo de azulejos
dedicado a Nossa Senhora de Atalaia,
curiosamente direccionado para o
Santuário da mesma, invocação que tem
grandes tradições religiosas nesta zona.
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Moinho de Maré
O Moinho do Cais foi
inaugurado pela Autarquia em 29 de Junho
de 2005, o documento mais antigo que se
conhece sobre este moinho data de 1645.
Através do lintel da porta, que
representa as Armas de Santiago,
verificamos que este moinho pertencia à
Ordem Militar de Santiago. Este foi
muito importante, tendo sido um dos
maiores de Montijo, faz parte dos
moinhos do estuário do Tejo testemunhos
de uma intensa actividade comercial e
económica que se estendeu desde Seixal,
Barreiro, Montijo e um caminho de
passagem entre o Norte e Sul de
Portugal. Encontramos três tipos de
Moinhos no concelho de Montijo, moinho
de vento, moinho de água e moinho de
maré. Os moinhos de Maré são invenções
da engenharia medieval, época em que se
verifica o surgimento de Proto –
Indústrias. Tratam-se de Industrias
primitivas de carácter artesanal que
podem ser descritas como Indústrias
manufactureiras, que aproveitavam novas
fontes de energia renováveis.
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Praça da
República
Até 1910 chamava-se
Praça Serpa Pinto, com a Implantação da
República passou a chamar-se Praça da
República. Com o passar dos anos sofreu
algumas alterações de carácter
paisagístico e arquitectónico a última
dos quais 2001 que lhe deu o actual
aspecto.
Coreto
Inaugurado em 1926, o
Coreto da Praça da República foi
construído por subscrição pública, com
iniciativa da “Comissão de Briosos
Amigos da 1º de Dezembro”, sob
orientação do Padre Gomes Pólvora, Prior
da época, seu sócio e grande amante de
Música.
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Cinema Teatro Joaquim D’Almeida
O Cinema Teatro
Joaquim d’Almeida foi inaugurado em
1957, com projecto do arquitecto Sérgio
Gomes, o edifício de linhas sóbrias, ao
gosto dos anos 50, tem peças
escultóricas da autoria de Martins
Correia e de José Farinha, aliando o
talento às artes, representam as musas
inspiradoras – Teatro, Poesia, Dança,
Musica e Talento. Adquirido pela
autarquia em 1999 foi objecto de uma
profunda remodelação sendo reinaugurado
em 2005. Com uma programação
diversificada, o Cinema Teatro Joaquim
d’Almeida, espera receber, brevemente, a
sua visita.
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Parque Municipal Carlos Loureiro
Homenagem a Carlos
Hidalgo Gomes de Loureiro (líder do
executivo de então), por ter sido o
impulsionador e realizador desta obra, o
grande “pulmão” da cidade. Projectado em
1956, pelo conceituado arquitecto
paisagista Professor Francisco Caldeira
Cabral (1908-1992).
Com cerca de 4
hectares e com árvores da flora nacional
(Carvalhos, Sobreiros, Ulmeiros,
Amieiros, Choupos e Freixos até Olaias e
Tílias), é um aprazível espaço verde,
com amplas áreas de relvado, área
desportiva, bar e recantos mais
intimistas.
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Praça de
Touros
Outrora situada no
local onde hoje existe o Cinema Teatro
Joaquim de Almeida, a velha Praça de
Touros do Montijo foi demolida em 1950.
De imediato, a
Comissão Pró-Praça de Touros, procedeu à
sua substituição, financiando, com o
esforço de todos os elementos, uma nova
Praça, inaugurada com pompa e
circunstância, em 1957, incluindo uma
corrida de touros “à antiga portuguesa”,
cuja música ficou a cargo das bandas da
Sociedade Filarmónica 1º de Dezembro e
da Banda Democrática 2 de Janeiro.
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Biblioteca Municipal Manuel Giraldes da
Silva
A Biblioteca
Municipal Manuel Giraldes da Silva,
edifício adaptado do edifício Municipal
Casa dos Magistrados, está implantado no
centro da cidade de Montijo, sendo por
isso local muito acessível, enquadrado
naturalmente num espaço de actividades,
comércio e serviços.
Respeitando os
modernos princípios da leitura pública,
a arquitectura interior foi projectada
no sentido de adequação do espaço à
polivalência de funções culturais que
competem às Bibliotecas Públicas.
Horários de
Funcionamento (Encerra ao Domingo)
De 1 de Outubro a
30 de Junho
2ª e Sábado - das 14h00h às 19h00 3ª a
6ª feira - das 10h00 às 19h00
De 1 de Julho a 30
de Setembro (Horário de Verão)
2ª e Sábado - das 14h00 às 19h00
3ª a 6ª feira - das 10h00 às 12h30 /
14h00 às 19h00
Polo da Biblioteca
Pública Municipal no Esteval
Inaugurado em Junho
de 2006 e com uma área útil de 100 m2, o
referido espaço, sito no Centro Cívico
do Esteval, é materialização de um novo
conceito de cidade, isto é um Montijo
inclusivo e solidário.
É um espaço aberto
que presta vários serviços gratuitos à
comunidade onde está inserida: leitura,
apoio e orientação bibliográfica,
internet, audio-visual, animação
cultural.
Horário de Funcionamento
Dias úteis das 15h00
às 19h00
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